
Publicidade X Propaganda
O que é publicidade? Para não causar desgosto nos puristas, vale salientar que, teoricamente, a publicidade entra no rol geral de interesses sociais – de uma empresa, organização, pessoa e etc. – cuja publicação, nos múltiplos veículos de comunicação, mantém um cunho jornalístico de interesse social sem que haja específico pagamento pelo espaço utilizado. Na enxurrada atual de press releases, solicitações, trabalho árduo das assessorias de imprensa e interesses paralelos de toda ordem, é necessário concluir o óbvio: não existe almoço grátis. A não ser pelos escândalos que agradam o cardápio dos veículos de comunicação, tornam-se cada vez mais escassas as publicações sem ônus para quem deseja divulgar. Para obter êxito é necessário contratar profissionais que dominam a arte e técnica de obter publicidade. | O que é propaganda? Quem se importa com resultados não se agasta se o mercado confunde – transformando num só amálgama – publicidade e propaganda. Mas como teoria e caldo de galinha não fazem mal a ninguém, é necessário registrar que, em linhas gerais, a propaganda é a difusão de mensagens, geralmente de caráter informativo e persuasivo, por parte do anunciante, devidamente identificado, mediante compra de espaço nos veículos de comunicação. Sem pisar no calo dos acadêmicos e colocando o pé num gostoso chinelo (e garanto que todos pensaram numa Havaianas) propaganda é a excelência de uma comunicação que garante as vendas e os objetivos traçados pelo cliente. As ferramentas a serem utilizadas para esse fim, spot, filmes, anúncio, reclame, folder, cartazes, outdoor, e etc. são decisões únicas, que dependem de uma análise tão minuciosa quanto exames médicos na decisão de uma operação. Pois trata-se de uma operação. |
Marketing
Essa palavra americana, já tão popular no Brasil, teve algumas tantas tentativas de traduções para o português, tal como mercadologia, mercância ou comercialização. E de todas as aplicações do marketing, podemos tratá-lo de forma sucinta como um conjunto de processos, em que estão incluídos a comunicação, preço, localização e produto de forma a ser trabalhada visando a satisfação das necessidades dos clientes assim como também a administração de relacionamento entre organização e público interessado.
Considerando-se que marketing é o trabalho inerente a todos os processos, desde o lançamento de um produto até a manutenção deste no mercado, temos como definição da palavra todos os trâmites mercadológicos envolvidos para permanência e melhoria do comércio.
O marketing trabalha imagem, qualidade, aplicação e aproveitamento do produto ou serviço, e esta ferramenta, imprescindível em tempos de concorrência por meio de valores intangíveis, é quem é responsável, quando bem aplicada, pelo sucesso do seu empreendimento.
Diferentes tipos de mídias
Como o próprio nome indica, trata-se de qualquer arte ou processo de fixar texto ou imagem no papel. Seja um anúncio de jornal, folder, duas linhas nos classificados, cartões e etc. por todas as razões, e principalmente pelo registro histórico que essa alternativa provoca, é um dos segmentos mais importantes de qualquer empresa. Não permite ações amadoras. Os meios mais utilizados são: revistas, jornais, folders, flyers e cartazes.
Os representantes dominantes desse grupo são a televisão e o rádio. Mídias como a internet não deixam de ser eletrônicas, mas entra em outro grupo, a mídia web. Portanto, a TV e rádio são as mídias com maior importância em uma comunicação de massa. Em função dos seus altos níveis de audiência através de programações populares e que atingem os mais variados grupos de consumidores, estas são imprescindíveis em um planejamento de mídia abrangente. Analisando-se sempre a necessidade do cliente.
Muito eficiente, embora seja apontada como a vilã da poluição visual urbana, a mídia externa, executada com profissionalismo, se presta tanto a apoio da estratégia principal, como em alguns casos se torna a essência da estratégia. Os principais meios para esse fim são: Outdoor, Front Light, Back Light, painéis e empenas.
Com as novas maneiras de se comunicar, em função da amplitude de meios e veículos, e em tempos de pluralidade de informação, as mídias interativas são ferramentas imprescindíveis para apoio de uma campanha criativa e que chame a atenção do receptor da mensagem. As mídias interativas são maneiras inteligentes e bilaterais na comunicação com o publico, que não apenas recebe a mensagem que se quer passar, mas como também interage, participa e em alguns casos altera o seu desenvolvimento. Com a web 2.0 e a chegada da televisão digital, as possibilidades de interação foram ampliadas e o desenvolvimento de uma ação assim, com um foco ajustado, pode refletir altos índices de notoriedade à marca do cliente.
As agências que encaram seu trabalho com seriedade não gostam desse termo que, infelizmente, se difundiu e cristalizou. O termo dá uma falsa impressão de que se trata de uma opção dispensável. Com isso, podem-se cometer injustiças com prejuízos ao cliente. Exemplo clássico: para muitos a internet é uma mídia alternativa. Dependendo da verba, e das intenções, pode se tornar imprescindível. Outro exemplo: um programa de TV com baixo volume em audiência, mas com altíssima penetração no exclusivo segmento a, é alternativa para uns e principal para outros.